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A Globalização e a Guerra

Sábado, 21 de Abril
10H | Sala 2 |
Duração: 1H


A Globalização e a Guerra

Discussão em torno dos seguintes pontos:
  • O capitalismo globalizado e os seus protagonistas.
  • A multipolarização crescente do poder
  • A concorrência para a posse dos recursos e o domínio das vias de transporte
  • A banalização da guerra
  • A guerra contra os povos
  • Como incorporar o anti-militarismo na luta económica e pela democracia

com:
Mário Tomé (militar de Abril) e Vitor Lima (economista)

De que é nome a sociedade civil? Do voluntariado social à anarquia nos tempos de crise do estado.

Sábado, 21 de Abril
15H | Sala 2 |
Duração: 1H

DE QUE É NOME A SOCIEDADE CIVIL? DO VOLUNTARIADO SOCIAL À ANARQUIA NOS TEMPOS DE CRISE DO ESTADO.

A actual crise do Estado a nível económico e social, entre outros, tem estimulado diagnósticos que apontam para soluções oriundas da sociedade civil. Mas de que é esta nome? Por um lado, temos assistido a uma recuperação do protagonismo de instituições de caridade e/ou solidariedade baseadas no chamado voluntarismo social. Por outro, assistimos igualmente à proliferação de um espectro anarquista, anarquismo servindo para designar um conjunto de movimentos e experiências sociais e políticas que se subtraem tanto à lógica do Estado como à lógica do mercado.

com:
Miguel Cardoso (unipop)
José Neves (unipop

 

Movimento social e movimento sindical

Sábado, 21 de Abril
16H15 | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate / Conversa

Movimento social e movimento sindical


Ao longo da sua história, o movimento sindical trouxe consigo importantes conquistas de direitos sociais, sendo determinante para a sociedade que temos actualmente. Por sua vez, o movimento social desempenhou um papel activo em variadas circunstâncias. Serão estes dois conceitos indissociáveis? Será que no séc. XXI o movimento sindical se perdeu? Será o movimento social procurar a mudança? Vamos debater e procurar responder a estas e muitas outras questões.

com:

Otávio Raposo (Activista) - Movimento Social
João Pascoal (membro da Comissão de Trabalhadores do Santander Totta) - Movimento Sindical

A política entre as complexidades das teorias e a urgência dos activismos?

Sábado, 21 de Abril
17H30 | Sala 2 |
Duração: 1H

A POLÍTICA ENTRE AS COMPLEXIDADES DAS TEORIAS E A URGÊNCIA DOS ACTIVISMOS? 

Entre a necessidade da crítica, do debate, da teoria, do pensamento; e a necessidade da acção, do movimento, do activismo, há uma muralha da china, construída por piadas inocentes, dicotomias fáceis, preconceitos mútuos, livros e gestos mais ou menos ponderados. Este debate visa discutir a pergunta que o intitula, as oposições que a constituem e procurar avançar por terrenos novos. 

com:
Diogo Duarte (unipop) e Inês Galvão (unipop)

Precariado sem Medo

Domingo, 22 de Abril
10H | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate / Conversa

Precariado sem Medo 

Contratos a prazo, (falsos) recibos verdes, trabalho temporário, trabalho em situação irregular, trabalho mal pago, desigualdade salarial, estágios não remunerados, economia informal, vidas a prazo. A precariedade no mercado de trabalho e/ou nas nossas vidas generaliza-se, o que agrava e perpetua, de resto, a desigual redistribuição dos recursos e dos rendimentos, para destruir direitos e para nos isolar.
À semelhança de outras áreas, as áreas das artes e da cultura têm sido particularmente afectadas, colocando em situação de grande precariedade as pessoas que nela investem as suas qualificações e recursos.
Existem hoje em Portugal e na União Europeias várias organizações e movimentos procurando combater estes fenómenos afirmando alternativas. Como reforçar estes caminhos de auto organização e de mudança? 

Promotor:
Sara Rocha (May Day Lisboa 2012) e Bruno Cabrall (Realizador)

Teatro do/a Oprimido/a e Activismos

Domingo, 22 de Abril
11H15 | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate/ Conversa

Teatro do Oprimido/a e Activismos 

O Teatro do/a Oprimido/a (TO) é uma metodologia criada por Augusto Boal nos anos de
1960, que pretende usar o teatro como ferramenta de trabalho político, social, ético e estético,
contribuindo para a transformação social. No TO os grupos podem em conjunto construir o
seu “sonho possível”, para utilizar uma expressão de Paulo Freire
Quais as relações entre Teatro do/a Oprimido/a e Activismos? Como ir para além da cena,
transformar as intervenções em mudanças efetivas, criar formas de ação coletiva dos/as
oprimidos/as? Como o TO pode e deve ser incorporado nos activismos? São estes alguns dos
tópicos debatidos neste painel.


Occupy love: outra economia política é possível


Domingo, 22 de Abril
15H | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate/vídeo

Occupy love: outra economia política é possível

A economia é a gestão quotidiana da vida. Quais então as condições que tornam possível uma vida digna? Se precisamos de amor, cuidado e comunidade, porquê continuar a pactuar com uma economia que coloca a acumulação de capital acima de tudo isso, que não reconhece a inter-dependência das pessoas entre si e destas com o planeta? Quais são as formas concretas de gerir a vida que retiram recursos ao processo de acumulação capitalista? O que significa gerir a vida não como trabalhadores acumuladores de capital mas como corpos precários e dependentes?


Uma hora de debate com visionamento prévio dos seguintes vídeos:
  • Amaia Perez de Orozco, V.Topaketa feministak Leitzan 1 e 2 (30m)
    http://youtu.be/Cf1YZnMv4i8
    http://youtu.be/kiX7Y__rhTs
  • Occupy Wall St – The Revolution is Love (5m)
    http://youtu.be/BRtc-k6dhgs

E, partindo dum resumo das ideias apresentadas, debater.


Promotor:
Panteras Rosa

Protesto Feminista Anti Austeritário

Domingo, 22 de Abril
16H15 | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate

Protesto Feminista Anti Austeritário


Em tempos sombrios de austeridade, o movimento feminista denuncia as "respostas" neoliberais que agravam a vulnerabilidade laboral e social da grande maioria das populações, em particular das mulheres. Foi este o propósito do protesto feminista anti-austeritário, lançado
no passado dia Internacional das Mulheres e contando já com centenas de subscrições
individuais de 16 países e 61 subscrições colectivas de 18 países. Neste painel, reflectiremos
e debateremos os temas centrais do protesto, procurando potenciar a multiplicação da acção
feminista anti-austeritária.

com:
Magda Alves e Lidia Fernandes (UMAR), Almerinda Bento (MMM)