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Felizes da Fé: "Geração Feliz"

Sábado, 21 de Abril
17H30 | Sala 6 |
Duração: 1H 
Cinema Documentário / Conversa

Felizes da Fé: "Geração Feliz"
 
Sinopse: Entre 1985 e 1999, o grupo de teatro inesperado "Os Felizes da Fé" marcou o panorama artístico do fim do século XX, ao criar o movimento Hiperdada, cujos pólos de acção foram Lisboa e San Francisco CA.

Com os seus happenings de rua, os Felizes desafiaram todas as formas de autoridade - civil, política ou moral. Não é assim de admirar que tenham chegado a ser presos... acusados, é claro, de perturbar a ordem pública.

No entanto, no auge da sua carreira, a actividade do grupo cessou inexplicavelmente, tal como os Beatles, quinze anos antes.

Procurando descobrir os motivos desta crise, «o documentário mais divertido dos anos 90» entrevista os membros do culto e relata a história do grupo, através de uma antologia inédita de documentos fílmicos. 

 
Realização: Leonor Areal
Duração: 60 min.
Ano: 2000


com:
Leonor Areal

O movimento será televisionado? Media e contestação social.

Sábado, 21 de Abril
10H | Sala 1 |
Duração: 1H 
Debate 

O movimento será televisionado? Media e contestação social.

As acções de rua contra a reunião da Organização Mundial do Comércio em Seatle (1999) e a cobertura mediática então realizada levaram alguns dos manifestantes a construir meios de comunicação próprios, auto-geridos. A designação então utilizada – «contra-informação» – esteve longe de fazer justiça a um movimento que se tornou transnacional e que, mais do que «ser contra» ou «anti», desenvolveu formas de comunicação e reflexão horizontal. O objectivo da intervenção reside na análise da origem deste movimento, dos seus principais traços, da sua relação com os media institucionais.



com:
Nuno Ramos de Almeida (Jornalista) e José Nuno Matos (Revista Imprópria)

A Globalização e a Guerra

Sábado, 21 de Abril
10H | Sala 2 |
Duração: 1H


A Globalização e a Guerra

Discussão em torno dos seguintes pontos:
  • O capitalismo globalizado e os seus protagonistas.
  • A multipolarização crescente do poder
  • A concorrência para a posse dos recursos e o domínio das vias de transporte
  • A banalização da guerra
  • A guerra contra os povos
  • Como incorporar o anti-militarismo na luta económica e pela democracia

com:
Mário Tomé (militar de Abril) e Vitor Lima (economista)

Obedecer ou desobedecer? - conversa sobre legalidade e activismo

Sábado, 21 de Abril
10H | Sala 3 |
Duração: 1H 
Debate / Conversa

Obedecer ou desobedecer? - conversa sobre legalidade e activismo

Direitos e deveres de organizadores e participantes de qualquer forma de protesto ou acção directa; Assessoria jurídica preventiva - funções e impactos; Fronteiras da legalidade na decisão; Consequências e formas de minimizar resultados criminalizadores.

com:
Luisa Acabado

Meios de comunicação/jornalismo alternativos; divulgação e apoio aos movimentos/lutas sociais

Sábado, 21 de Abril
11H15 | Sala 1 | Duração: 1H
 
Debate

Meios de comunicação/jornalismo alternativos; divulgação e apoio aos movimentos/lutas sociais

Criação de um meio de comunicação digital alternativo aos media existentes. Debate sobre novos métodos de trabalho jornalístico. Aproveitar a vaga de descontentamento, despedimentos e desemprego no meio jornalístico. 

Estudar formas de sustentabilidade económica do projecto. Sondar a vontade de outros activistas neste sentido.

As lutas e os movimentos locais e sectoriais ou são silenciados ou deturpados pela comunicação social (e pelo poder). 
A experiência demonstra que as boas iniciativas de divulgação resultam sempre num engrossar de fileiras. A comunicação social como escola e incentivo da reflexão individual.

Tipo de iniciativa:

Coligir contactos e vontades. Estabelecer uma agenda mínima de trabalho preparatório para um órgão de informação digital alternativo.

com:
Rui Viana Pereira, Teresa Costa Alves, Francisco Pedro, Tiago mendes


Mais informações:
Inquérito / Proposta para a sessão, via RVP:
"media e movimentos sociais" pdf



How Direct Actions Fail or Succeed

Sábado, 21 de Abril
11H15 | Sala 3 | Duração: 1H
 
Apresentação com video

How Direct Actions Fail or Succeed
When is an action or a protest successful? What to do for a successful action? What could happen? Risks and opportunities. How to react to police intervention? What to do and what not to do? Using a variety of action videos, we are going to analyze and discuss how to handle violent situations and how to revert them into political opportunities to convey our message.


com: 
Inês Subtil e Sinan Eden


Nôs Terra

Sábado, 21 de Abril
15H | Sala 4 |
Duração: 70min.
Cinema Documentário / Debate

Nôs Terra (70min.), de Anna Tica, Nuno Pedro e Toni Polo

Os pais vieram de uma antiga colónia portuguesa. Eles nasceram em Lisboa mas sentem-se mais cabo-verdianos. Saíram do bairro de infância para ir viver para o bairro social. Falam português mas também, desde muito cedo, aprenderam crioulo. Falam sobre a dualidade e a conflitualidade de pertencer a dois mundos que vivem de costas voltadas, mas que apesar de tudo, lhes pertencem como um só”
"Nôs Terra" é um documentário centrado no processo de construção de um contra discurso protagonizado por jovens negros portugueses.



O documentário tem uma duração de 70' minutos, é protagonizado por 8 jovens negros portugueses e tem como pano de fundo bairros sociais periféricos da Área metropolitana de Lisboa.

"Nôs Terra" é uma auto reflexão sobre identidades e pertenças, preconceitos e estereótipos, que pretende provocar a necessária discussão sobre as transformações que nos últimos anos mudaram a sociedade portuguesa.
"Porque é o nosso olhar que aprisiona muitas vezes os outros nas suas pertenças mais estreitas e é também ele que tem o poder de os libertar."
As identidades assassinas, Amin Maalouf

com:
Anna Tica, Sérgio Dundão e LBC
 
Mais informações:



Decrescimento e Soberania Alimentar

Sábado, 21 de Abril
15H | Sala 1 |
Duração: 1H
Debate / Conversa


Decrescimento

O crescimento económico aparece intimamente associado a uma aceleração do consumo, isto é, a um aumento do PIB corresponde a um aumento da velocidade a que extraímos e consumimos recursos.

O elevado e crescente fluxo de recursos materiais e energéticos exigidos para manter o funcionamento de uma sociedade capitalista dependente do crescimento económico, tem vindo a deteriorar progressivamente a base material, biofísica da economia, projectando uma crise ecológica e económica que incide particularmente sobre as classes ou grupos sociais mais desprevilegiados (ver, por exemplo, Friedman, 2012, sobre as causas materiais e ecológicas da Primavera Árabe).

Apesar de algumas teorias quererem separar o crescimento económico do consumo de materiais e energia não há até agora nenhuma comprovação empírica dessa validade. A melhoria da eficiência na produção estimula o consumo, como afirmou Jevons ao explicar o efeito do refluxo.

Em resposta a estes problemas, alguns autores têm defendido o conceito de decrescimento sustentável. Para os defensores do decrescimento sustentável, o crescimento económico está inevitavelmente associado a um aumento do uso de materiais, energia e territórios que está a destruir recursos, mais pobreza, sociedades menos saudáveis, gerar dívidas financeiras e ecológicas e com várias estratégias de acção pretende reencontrar o caminho para a “joie de vivre” sem pôr em coma o planeta.

Soberania Alimentar

Globalizemos a luta, globalizemos a esperança!

O actual modelo de produção virado para a lógica do mercado global, levou à destruição da agricultura como modo de produção de energia. A agricultura no modelo agro-industrial passou a ser a capacidade de transformar petróleo em alimentos de baixa qualidade e diversidade. Baseando-se na apropriação do bem comum, dando resultado a resíduos tóxicos para a vida do planeta.

A comercialização de alimentos deixou de estar nas mãos de quem produz e de quem consome para estar na mão de quem comercializa e de quem nela investe. As grandes corporações definem subsídios, criam mercados, promovem políticas, desenvolvem comodidades.

O direito a produzir de forma saudável e culturalmente apropriada é algo intrínseco à agricultura. Colocar o centro das decisões do sistema alimentar no mercado local permitirá uma melhor gestão do bem comum: solos, água, biodiversidade, paisagem. Permitindo em termos sociais uma remuneração justa a todos intervenientes e o direito dos consumidores de controlar a sua alimentação e nutrição. Dentro desta análise surgiu o conceito de Soberania Alimentar.

Sementes Livres

A Campanha pelas Sementes Livres, reclama o livre acesso às sementes, o apoio à preservação da diversidade agrícola e a proibição das patentes sobre plantas. Visa ainda denunciar a revisão em curso da legislação europeia em matéria de produção e comercialização de sementes, que vai favorecer a crescente privatização das sementes agrícolas por uma dúzia de multinacionais, com graves consequências para horticultores e agricultores pequenos e para a segurança e autonomia alimentares, não só na Europa como em todo o mundo.

com:
Mara Sé (GAIA)
Nuno Belchior (Projecto 270)
Margarida Vicente (Campanha das Sementes Livres)

Privatização da água: estratégias de resistência

Sábado, 21 de Abril
16H15 | Sala 1 |
Duração: 1H 
Debate / Conversa

Privatização da água: estratégias de resistência

A água é um suporte básico da vida no planeta e um direito humano fundamental. Como bem público, pertence à comunidade e deve ser gerido em prol do bem comum. A financeirização e privatização do mundo natural é uma ameaça que urge combater. A concessão da distribuição de água a actores privados (como já acontece em vários Concelhos portugueses) é mais um passo para destroçar o contrato social firmado em 1974. Nada disto é irreversível. Nesta sessão, debateremos exemplos concretos de estratégias de resistência bem sucedidas e modelos alternativos à obsessão privatizadora.

com:
Luis Ribeiro, Luis Bernardo

Movimento social e movimento sindical

Sábado, 21 de Abril
16H15 | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate / Conversa

Movimento social e movimento sindical


Ao longo da sua história, o movimento sindical trouxe consigo importantes conquistas de direitos sociais, sendo determinante para a sociedade que temos actualmente. Por sua vez, o movimento social desempenhou um papel activo em variadas circunstâncias. Serão estes dois conceitos indissociáveis? Será que no séc. XXI o movimento sindical se perdeu? Será o movimento social procurar a mudança? Vamos debater e procurar responder a estas e muitas outras questões.

com:

Otávio Raposo (Activista) - Movimento Social
João Pascoal (membro da Comissão de Trabalhadores do Santander Totta) - Movimento Sindical

Habitação: Especulação versus habitação

Sábado, 21 de Abril
16H15 | Sala 3 |
Duração: 1H 
Debate / Conversa

Habitação: Especulação versus habitação

A habitação é um direito essencial para a vida. Porém, o direito foi açambarcado pelo mercado financeiro e imobiliário – uma grande base de sustentação para uma economia de exploração de recursos, especulação e endividamento. Apesar do excesso de casas, o direito à habitação parece cada vez mais longe, com os despejos e expulsões a aumentar. São as contradições de um sistema que tem muito de insustentável. E nós? qual o nosso papel perante isto?

com:
Rita Silva

A política entre as complexidades das teorias e a urgência dos activismos?

Sábado, 21 de Abril
17H30 | Sala 2 |
Duração: 1H

A POLÍTICA ENTRE AS COMPLEXIDADES DAS TEORIAS E A URGÊNCIA DOS ACTIVISMOS? 

Entre a necessidade da crítica, do debate, da teoria, do pensamento; e a necessidade da acção, do movimento, do activismo, há uma muralha da china, construída por piadas inocentes, dicotomias fáceis, preconceitos mútuos, livros e gestos mais ou menos ponderados. Este debate visa discutir a pergunta que o intitula, as oposições que a constituem e procurar avançar por terrenos novos. 

com:
Diogo Duarte (unipop) e Inês Galvão (unipop)

Transportes Públicos

Sábado, 22 de Abril
17H15 | Sala 3 | Duração: 1H
 
Lançamento de campanhas e Debate

Transportes Públicos

Visualização de pequenos vídeos de acções em Portugal, Espanha (Yo No Pago); Grécia e EUA; Apresentação da Campanha alargada “Boicote ao pagamento dos Transportes Públicos”; Acção no Ascensor da Bica e Carta ao Presidente da Câmara de Lisboa para subscrição pública, com vista ao não pagamento de elevadores e ascensores para residentes, lojistas, pessoas com deficiência física, idosos e desempregados (Campanha de recolha de assinaturas); Proposta de Campanha pelo não pagamento de transportes públicos por parte dos desempregados.



Promotor:

Financiamento da democracia e sistemas de representação

Domingo, 22 de Abril
10H | Sala 1 |
Duração: 1H 
Debate


Financiamento da democracia e sistemas de representação

Pretende-se colocar em equação para debate as seguintes questões:
  • Existe  uma relação próxima entre o sistema partidário e a corrupção, quer pela utilização das instituições públicas para financiamentos partidários, quer pela utilização dos membros partidários para a manipulação das instituições públicas e dos seus atos.
  • A integração Estado/sistema partidário precisa de criar uma ideologia de consideração da perfeição do sistema político, materializada por formas de representação, construção de privilégios para os membros dos partidos, com a paralela infantilização e afastamento dos eleitores.
Alternativas são urgentemente necessárias

com:
António Pedro Dores (professor universitário de sociologia) e Vítor Lima (economista)

Precariado sem Medo

Domingo, 22 de Abril
10H | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate / Conversa

Precariado sem Medo 

Contratos a prazo, (falsos) recibos verdes, trabalho temporário, trabalho em situação irregular, trabalho mal pago, desigualdade salarial, estágios não remunerados, economia informal, vidas a prazo. A precariedade no mercado de trabalho e/ou nas nossas vidas generaliza-se, o que agrava e perpetua, de resto, a desigual redistribuição dos recursos e dos rendimentos, para destruir direitos e para nos isolar.
À semelhança de outras áreas, as áreas das artes e da cultura têm sido particularmente afectadas, colocando em situação de grande precariedade as pessoas que nela investem as suas qualificações e recursos.
Existem hoje em Portugal e na União Europeias várias organizações e movimentos procurando combater estes fenómenos afirmando alternativas. Como reforçar estes caminhos de auto organização e de mudança? 

Promotor:
Sara Rocha (May Day Lisboa 2012) e Bruno Cabrall (Realizador)

Dívida

Domingo, 22 de Abril
10H | Sala 3 | Duração: 1H
Debate

Dívida
As dívidas soberanas são um tema incontornável no debate político em Portugal e na Europa, pois estas têm servido como justificativas para a aplicação das medidas de austeridade. No caso português, a dívida pública já superou os 110% do PIB, tornando-se cada vez mais claro que esta é impagável. Contudo, existem diferentes perspectivas sobre quais as respostas para esta situação, sendo que este debate procurará demonstrar essas mesmas alternativas díspares. 

com: 
Tiago Castelhano, Renato Guedes e João Camargo


Assembleias Populares de Bairro - “Dinâmicas de aproximação à comunidade”

Domingo, 22 de Abril
11H15 | Sala 1 |
Duração: 1H 
Painel dinâmico que envolve exposição e participação activa

Assembleias Populares de Bairro - “Dinâmicas de aproximação à comunidade”

As assembleias populares de bairro podem representar uma nova forma de comunicar, expressar, agir e pensar que cria relações de proximidade e confiança entre pessoas que
partilham o mesmo espaço e que permite, igualmente, uma continuidade no tempo das acções.
Propomos mostrar de uma forma dinâmica, através de jogos e de conversa, de onde vem este
conceito e alguns dos métodos e ferramentas disponíveis para o tornar mais eficiente.

com:
Andreia Paixão e Inês Subtil

Teatro do/a Oprimido/a e Activismos

Domingo, 22 de Abril
11H15 | Sala 2 |
Duração: 1H 
Debate/ Conversa

Teatro do Oprimido/a e Activismos 

O Teatro do/a Oprimido/a (TO) é uma metodologia criada por Augusto Boal nos anos de
1960, que pretende usar o teatro como ferramenta de trabalho político, social, ético e estético,
contribuindo para a transformação social. No TO os grupos podem em conjunto construir o
seu “sonho possível”, para utilizar uma expressão de Paulo Freire
Quais as relações entre Teatro do/a Oprimido/a e Activismos? Como ir para além da cena,
transformar as intervenções em mudanças efetivas, criar formas de ação coletiva dos/as
oprimidos/as? Como o TO pode e deve ser incorporado nos activismos? São estes alguns dos
tópicos debatidos neste painel.